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Alterações na pele e surgimento de novas pintas ou manchas podem ser sintomas da doença | Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil



O diagnóstico de câncer de pele reforça um ponto essencial dentro da dermatologia: a importância da identificação precoce. A doença, que está entre as mais comuns no Brasil, surge a partir da multiplicação desordenada das células da pele e tem como principal fator de risco a exposição solar acumulada ao longo da vida.


A dermatologista Ana Carolina Sumam destaca que reconhecer sinais suspeitos é fundamental para um tratamento eficaz. ?Uma pinta comum tem formato arredondado, cor uniforme e bordas bem definidas. Já os sinais de alerta podem ser observados pela regra do ?ABCDE?: assimetria, bordas irregulares, cores variadas, diâmetro maior que 6 mm e evolução, quando a pinta muda de aspecto ao longo do tempo?, explica.


Além disso, a médica alerta para outros sintomas que não devem ser ignorados. Lesões que coçam, sangram ou não cicatrizam merecem avaliação especializada, já que podem indicar alterações mais importantes na pele.

Outro ponto reforçado é que, quando identificado no início, o tratamento costuma ser mais simples e com altas taxas de sucesso. ?Quando identificado logo no início, o câncer de pele pode ser tratado de forma simples, muitas vezes apenas com cirurgia de retirada da lesão. As chances de cura ultrapassam 90% nesses casos?, afirma.


A prevenção continua sendo o principal cuidado. O uso diário de protetor solar, proteção física e a redução da exposição ao sol nos horários de maior intensidade são medidas essenciais. ?Procurar atendimento médico diante de qualquer sintoma suspeito é fundamental. Quanto antes a doença é detectada, maiores são as chances de cura e menores as consequências para a saúde e para a qualidade de vida do paciente?, conclui.


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